terça-feira, 17 de junho de 2014

Lei da Palmada

Sei das objeções que podem ser feitas contra esse vídeo: até que ponto deve-se colocar sobre o professor toda a confiança a respeito do comportamento de uma criança? (E se o professor já nutrisse alguma espécie de antipatia pessoal com a criança anteriormente e quisesse se vingar? Quem garante que a possibilidade disso é algo completamente fora de cogitação?). Até que ponto uma mãe é livre para bater no próprio filho? Mesmo que seja uma ato com intenção corretiva? Até que ponto bater é algo necessário? Quem garante que basta uma relação de diálogo esclarecedor como algo válido para todo o tipo de personalidade tanto de filhos quanto de mães (considerando o diálogo como algo fruto inevitável de uma relação de personalidades diversas que em princípio visam um acordo)? Na minha opinião, no segundo 0:52 a mãe esclarece ao meu entender o que é a chave de desdobramento ético, para todas essas questões e mantenho-me, portanto, em desconfiança com a lei da palmada.

                                                                           Philip G. Mayer



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